Após repercussão negativa na imprensa e pressão por parte dos servidores municipais sobre a contratação da Hapvida Assistência Médica S A, pelo valor de R$ 108 milhões, pela Prefeitura de Manaus, para prestar serviços de plano de saúde aos servidores públicos municipais, a contratação não irá mais acontecer.
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A Prefeitura de Manaus, pretendia unificar todos os serviços da Manausmed em apenas uma operadora de saúde, privada. Neste caso, a ganhadora foi a Hapvida.
Em janeiro deste ano, a Câmara Municipal de Manaus (CMM) também realizou uma licitação para contratar plano de saúde aos seus funcionários. No certame, a Hapvida foi desabilitada, devido ao plano conter índice reclamações maiores que 15% como regulamentado pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Segundo dados, a Hapvida acumula o índice de 47,9% de reclamações em 2022. Na licitação da Prefeitura de Manaus, o índice de reclamações não foi levado em consideração.
A insatisfação com a contratação era tanta, que o Sindicato de Professores e Pedagogos (Asprom Sindical), anunciou que iria realizar uma manifestação contra a privatização da Manausmed. O protesto estava marcado para acontecer na próxima quarta-feira (28), às 9h, em frente à Câmara Municipal de Manaus (CMM).
Os vereadores de oposição ao prefeito de Manaus, Rodrigo Guedes (Podemos) e Marcelo Serafim (PSB) comemoraram a desistência da contratação nas redes sociais.
Em nota, a Prefeitura de Manaus confirmou que a Hapvida não será contratada, mas em nenhum momento falou se a licitação envolvendo o Manausmed será suspensa.
Fonte: Radar Amazônico
