Redes em prol da Amazônia firmam termo de parceria para fortalecimento de ações

Para estimular a criação de projetos inovadores, sustentáveis e de cunho social, a Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (SDSN Amazônia) e o Hub de Bioeconomia Amazônica firmaram, neste mês, um termo de cooperação institucional. O acordo tem o objetivo de realizar uma série de atividades, como cursos online, eventos, fortalecimento de redes de mulheres amazônicas e políticas de investimento em países da PanAmazônia, entre outras. A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) é responsável pela secretaria executiva de ambas as instituições, SDSN Amazônia e o Hub de Bioeconomia Amazônia. O termo representa uma vitória para ambas as partes, que dialogavam sobre sinergias possíveis desde 2021, quando o Hub assumiu a coordenação do Grupo de Trabalho de Bioeconomia da rede SDSN.

Segundo Marysol Goes, facilitadora do Hub, além de amplificar novas soluções, o objetivo também é expandir o nível de influência e alcançar novos territórios: “Desde então 2021, este intercâmbio entre as organizações amadureceu e gerou novos projetos que visam fortalecer iniciativas em três frentes de ação: cursos online sobre economia verde na perspectiva dos países integrantes da rede; atividades voltadas ao fortalecimento de redes de mulheres atuantes na bacia amazônica; e somar influência política junto a organizações da Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Brasil para fomento de políticas regionais de bioeconomia em escala regional”, afirma Marysol.

Já a secretária executiva da SDSN Amazônia, Júlia Garcia, informa que as duas estão se unindo para além do território. “Estamos somando e nos potencializando em diversas ações. Juntas, as redes podem fortalecer todo um ecossistema de organizações que atuam na construção de conhecimento local para o desenvolvimento sustentável na região Amazônica e mobilizar esse conhecimento em prol da incidência política tanto no Brasil como em todos os países da Bacia Amazônica. Também é possível construir pontes entre atores fundamentais para a transição para uma economia verde, com justiça social e distribuição de riquezas”, comentou Júlia.

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