Um ano sem Thiago de Mello rememora sua poesia universal

Uma missa em Manaus, na igreja centenária de São Sebastião, sábado, 14/1, celebrada a pedido da família, marcou a passagem de um ano da morte do poeta ribeirinho e universal, Thiago de Mello.

No convite à missa aos amigos e admiradores, o poema Fim do Mundo, do livro Narciso Cego, mostra a dimensão de infinito que o poeta tinha da morte e sua eternidade. A Prefeitura de Manaus na gestão David Almeida reconhece o significado artístico de Thiago de Mello e celebra sua memória e poesia.

A diretora-presidente, em exercício, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Oreni Braga, enfatizou que a Prefeitura de Manaus, lembra ao mesmo tempo que lamenta pela perda desse ícone da poesia mundial.

“Thiago trazia para nós e deixou como legado a reflexão sobre a importância do homem da Amazônia, sobre a importância da Amazônia para o Brasil e para o planeta”.

Para o presidente do Concultura, Tenório Telles, amigo do poeta, “A Poesia é a expressão dos sonhos e esperanças de um povo. Também da liberdade e da alegria. O poeta Thiago de Mello encarnou como poucos esses ideais tão fundamentais a todos nós”. Ele comenta que sua poética é marcada por uma profunda humanidade e intensidade lírica. “Nesse primeiro ano de ausência, sua obra continua viva e a nos falar da importância de vivermos sempre buscando possibilidades novas de existência, como manifesta no poema “A vida verdadeira”: “Não, não tenho caminho novo / O que tenho de novo é o jeito de caminhar”.

Telles, lembra que sua criação eterna, “Estatutos do Homem”, é um manifesto a favor da bondade, da amizade e do sonho de um tempo feliz para os seres humanos”.

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